CRIPTONÁRIO

Dicionário Cripto da Ribon – Em constante atualização!

A gente sabe que o universo cripto não é dos mais fáceis de se entender, novos termos aparecem quase que diariamente e, muitas vezes, parece até que se trata de outro idioma. 

Pensando nisso, montamos um dicionário cripto para atualizar um pouco mais o seu vocabulário com o que há de essencial para se saber sobre os desdobramentos desse multiverso.

Tá a fim de saber mais do que só as terminologias? Então o seu lugar é no nosso intensivão de web 3.0.

Sem mais delongas, bóra para o que interessa: as palavras!

Altcoins: aqui a etimologia da palavra já entrega bastante! As “moedas alternativas” são, simplesmente, todas as criptomoedas que não são bitcoin. Elas têm redes blockchain independentes, mesmo que muitas tenham surgido a partir do código do próprio bitcoin.

ATH (All Time High): calma que não é isso que você tá pensando! ATH é o valor máximo alcançado por uma criptomoeda em toda sua história. O Bitcoin, por exemplo, alcançou seu auge em 2021, atingindo o ATH de US $67 mil.

ASICs: as iniciais em inglês podem ser traduzidas como Circuito Integrado para Aplicações Específicas. Na prática, são computadores desenhados para cálculos complexos, designados para mineração de criptomoedas. 

Ativos: qualquer item que componha os bens de alguém. Seu dinheiro no banco, por exemplo, são seus ativos bancários. Quando falamos em criptomoedas, chamamos de “Ativos Digitais”.

Bear: o urso é aquele investidor que está sempre com o pé atrás, achando que o preço da criptomoeda pode cair a qualquer momento. Por isso, sai vendendo seus ativos antes que desvalorizem demais.

Bear Market: é o termo que define o mercado em queda. Quando dizemos que o mercado é “bearish”, por exemplo, significa que já há mais ordens de venda do que de compra no momento.

Bid: é o valor que os compradores oferecem por um ativo, o preço mais alto que um comprador específico está disposto a pagar por uma transação. 

Bitcoin/bitcoin: quando iniciada com letra minúsculas, se refere a moeda (BTC) do protocolo Bitcoin. Quando iniciada com letra maiúscula, representa o protocolo criado por Satoshi Nakamoto.

Blockchain: é uma tecnologia que visa a descentralização de registros como medida de segurança. Também chamada de “protocolo de confiança”, é vista como a principal inovação tecnológica do Bitcoin, já que guarda todas as transações feitas na rede.

Bull: é, praticamente, o antônimo de Bear. Um investidor “bull” aposta constantemente na alta de um ativo. Quando se tem um sentimento positivo sobre alguma criptomoeda, diz que a tendência é “bullish”.

Bloco gênesis: não tem nada de bíblico, é só o primeiro bloco a ser minerado em uma blockchain. Quem minerou? Satoshi Nakamoto!

Candlestick: é um gráfico que possibilita a visualização do histórico de preços de um ativo. É possível ver preços de abertura, alta e fechamento dentro de um período específico. 

Carteira/Wallet: assim como a versão física do objeto, é onde se pode guardar suas moedas…só que digitais! 

Chave privada: código confidencial e só seu, com 64 caracteres, que garante seu acesso aos ativos que comprou.

Chave pública: código que permite que outras pessoas façam transações para sua carteira. É como se fosse seu endereço na blockchain.

Cold wallet / Cold storage: é a sua carteira offline, você pode imprimi-la ou guardá-la em lugares que não estão conectados à internet, como um pendrive.

Criptoativo: é um ativo digital que NÃO funciona em uma rede blockchain própria, mas são protegidos por criptografia. Na prática, pode ser qualquer coisa que tenha valor no mundo real e possa ser representado digitalmente (títulos, imóveis, real, dólar e euro, por exemplo). 

Criptomoeda: diferente dos criptoativos, é em sua maioria baseado na tecnologia blockchain. Um bem que pode ser transacionado, transferido e até utilizado como reserva de valor, tudo de forma 100% segura.

Custódia: pode ser feita tanto por empresas quanto por pessoas físicas. Ter as chaves privadas dos criptoativos e ser responsável por protegê-los é o mesmo que ter a custódia.

DAO: é a sigla em inglês para “Decentralized Autonomous Organization” ou “Organização Autônoma Descentralizada”. São organizações construídas em blockchain que usam smart contracts (que você vai descobrir mais sobre lá na letra “S”) para permitir que os participantes tomem decisões de forma coletiva sobre governança, operações e liderança. É o que a Ribon está trabalhando para ser.

DeFi: vem do inglês “Decentralized Finance” ou “Finanças Descentralizadas”. São aplicações de blockchain que fornecem serviços e produtos financeiros do mercado tradicional dentro do ambiente de criptoativos e funciona por meio de smart contracts.

Ethereum: é a mais conhecida das altcoins (lembra?). Também é uma rede de código aberto que utiliza a tecnologia da blockchain, mas oferece camadas adicionais para execução de smart contracts e criação de criptoativos que dependem de seu registro público para existir.

ETH: é o símbolo da moeda ethereum

Ether: unidade monetária do Ethereum, usada para pagar as taxas da sua blockchain. 

Exchanges: são as corretoras responsáveis por fazer as transações das criptomoedas e outros ativos. Funciona quase como uma casa de câmbio, onde é possível, por exemplo, trocar reais por bitcoin. 

Faucet: são os famosos sites que recompensam usuários com criptomoedas por tarefas simples, como responder um formulário. Mas, cuidado com os “faLSets”! Se quiser aderir a essa prática, fique longe de sites que pedem seus dados bancários, pessoais ou do cartão de crédito.

Fiat: não, não é o que você tá pensando. Fiat é o termo utilizado para se referir a todo dinheiro que não for criptomoeda, ou seja, Real, Dólar, Euro, Iene, etc. 

Fork: quando o código de criptografia de uma moeda é atualizado ele gera uma bifurcação que é chamada de Fork. Ou seja, novas moedas surgem de uma moeda já existente. A fork do Bitcoin, por exemplo, é a Bitcoin Gold. 

Gas: um mecanismo que calcula as taxas para execução das transações e operações de contrato inteligente na rede Ethereum.

Halving: os mineradores são recompensados pela própria moeda da blockchain que mineram. Quando se trata de bitcoins, essa recompensa diminui a cada 4 anos, essa redução se chama halving. Fato divertido: a recompensa para os mineradores de bitcoins por bloco minerado já foi de 50 bitcoins, hoje está em torno de 6.

Hash: os mineradores precisam encaixar um bloco no outro para formar uma corrente dentro da blockchain, o hash é o encaixe entre os blocos. Na prática é um algoritmo que transforma um grande número de informações em uma sequência numérica hexadecimal, tipo um número de identificação desses dados.

Hot Wallet: é uma carteira de criptomoedas conectada a internet, ou seja, não tem necessidade de dispositivos adicionais. Apesar da rapidez no envio, é considerada menos segura que as cold wallets (que mencionamos ali em cima, na letra C), por ser facilmente hackeada.

ICO: é a sigla para Initial Coin Offering, uma espécie de “pré-venda” de uma determinada criptomoeda. Geralmente, é um método utilizado para arrecadar fundos para alguma empresa. Mas, cuidado, existem muitos scams (corre na letra S!) nessa prática.

Input: é o endereço de origem de uma transação feita com bitcoin. Uma transação pode ter mais de um input.

KYC: é um acrônimo para “ Know Your Customer ”, ou em português “conheça o seu cliente”. É a prática executada pelas Exchanges que exigem que o usuário apresente documentação, validando a sua identidade, dificultando fraudes e lavagem de dinheiro.

Liquidez: é o grau de rapidez em que um ativo pode ser comprado ou vendido, sem afetar sua estabilidade.

Market cap: é o valor por unidade de ativo multiplicado pela quantidade dele no mercado. 

Mineração: um processo demorado e complexo de cálculos matemáticos. Só computadores mega potentes podem realizá-los e, quando fazem isso, são recompensados com bitcoins.

NFT: os “Not fungible tokens” ou, em português, tokens não fungíveis são o registro de algo que existe no mundo real, só que em uma rede blockchain. Um NFT é um código que garante que aquele registro é seu e só seu. Entre os itens mais comuns deste formato estão obras de arte e imóveis.


Output: é o contrário de input, o endereço de destino de uma transação bitcoin.

Phishing: é uma técnica de roubo de informação. Consiste na circulação de e-mails falsos recheados de links e arquivos que modificam as configurações do roteador da vítima.

Pool: mineradores que se unem para minerar um bloco de forma coletiva e depois dividir a recompensa.

Proof of Work (PoW): é uma forma de provar com criptografia que uma certa quantidade de esforço computacional foi gasto para uma transação específica.

Proof of Stake (PoS): é o nome dado a um algoritmo de consenso, usado no processo de validação na rede de determinadas criptomoedas, que previne o gasto duplo. Através do proof of stake, os usuários passam a ser necessários para operações de validação e são recompensados por isso, o que acaba incentivando a compra e negociação de criptomoedas que utilizam desse algoritmo.

Rekt: um termo que todos procuram evitar, trata-se daquela pessoa que perdeu tudo o que tinha com criptomoedas! (a espinha até gela!)

Satoshi: é a menor divisão de um Bitcoin = 0,00000001 BTC. Cada bitcoin é formado por 100 milhões de satoshis, ou seja, quando alguém fala que tem 10 Satoshis, significa que possui 0,00000010 BTC.

Satoshi Nakamoto: pseudônimo que assina o “manual” que originou o bitcoin em 2008. Até hoje não se sabe se Satoshi representa uma única pessoa ou um grupo.


Scam: lembra dessa? É uma gíria em inglês que se refere a sites fraudulentos e golpes em geral.

Smart contract / Contratos inteligentes: é uma tecnologia, criada pela rede Ethereum, que permite que acordos sejam realizados de forma automática. Um código autoexecutável e irreversível que garante que operações sejam efetivadas digitalmente, sem necessidade de órgãos ou do governo e completamente segurados em blockchain.

Stablecoin: é um tipo de criptomoeda que tem seu valor atrelado a uma moeda fiduciária, geralmente o dólar. A ideia  é fornecer maior estabilidade de preço, daí o nome.

Token: são ativos que representam algum direito futuro para quem o possui, pode ser o direito a um ativo específico, serviço ou produto. Não confunda com criptomoedas, a função deles é mais próxima as de ações de uma empresa do que de dinheiro.

Web3: é a nova “fase” da internet, construída a partir de blockchains. Nesse novo nível, tudo é descentralizado e sem mediadores, até redes sociais, jogos e serviços.

Whale: pessoas físicas, fundos de investimentos ou bancos, que possuem quantidade gigantesca de determinada criptomoeda. Um valor tão alto que, se fosse um animal, seria o maior mamífero do mundo: a baleia. 

Ficou interessado no Mundo Cripto? Então bora bater um papo com a gente lá no Discord? É só clicar nesse convite

Facebook
Twitter
LinkedIn

This Post Has 2 Comments

Leave a Reply